Sou Professora de Tai Chi Chuan. Adoro cantar em grupo, aprender música e artesanato, além de dançar.
domingo, 14 de junho de 2009
O dia do professor
O Dia do Professor é comemorado em 15 de outubro porque nesta data, no ano de 1827, D.Pedro I propôs a criação das escolas primárias no Brasil.O primeiro Jardim de Infância foi criado pelo alemão Friedrich Froebel ( 1782-1852 ). Acreditava ele que, as crianças deveriam ser tratadas como pequenas plantas criadas num jardim. Sua criação recebeu o nome de KINDERGARTEN ( Jardim das Crianças ).O quadro negro é verde pois seu nome vem do tempo onde estas peças eram confeccionadas com um tipo de pedra ardósia, de cor preta. Dei aulas em uma escola onde os quadros eram inseridos na parede e deram de ardósia negra. A evolução trouxe ao conhecimento materias mais baratos e fáceis de manuseio, limpeza, conforto aos olhos. A cor verde ficou então prevalecendo. Seria original em vez de dizer quadro negro, usar o terno LOUSA.Resumo do artigo de Marcelo Duarte em, Você sabia?
Um dia interessante
Muitas vezes esperamos com um certo afã, a chegada de um evento. Preparamo-nos para ele. Roupas, sapatos, maquiagem. Alegria. Chega a data prevista. Vivenciamos o evento e ele passa. Deixa saudade. Assim foi o Quinto Festival Sara Kali, no Yate Clube Jardim Guanabara, Rio de Janeiro.Parte da Renda foi aplicada num projeto para a Casa do Índio, local que abriga índios necessitados.Participaram bailarinos de diversas modalidades como Dança Cigana e Dança do Ventre.Foi muito bem organizada e mostrou a cultura cigana desde seus primórdio até a data de hoje.Devo dizer que provei uma iguaria que provavelmente nunca mais irei provar assim. Um doce de damasco com chocolate incrívelmente gostoso, delicioso, dos deuses.A diversão foi garantida e a segurança super bem feita. Devo dizer que foi uma noite inigualável e valeu o esforço que fiz em me preparar para estar lá.
Minha primeira escola

Escola Técnica de Educação Familiar
Morávamos no Bairro de Inhaúma.Iniciei meus estudos numa Escola da Rede Ferroviária. Prédio antigo, amedrontador.
Já nesta época unia os responsáveis e a direção com aulas de artesanato, onde minha mâe participava delas.
Meu primeiro dia lá foi horrível.
Me disseram que havia um quarto escuro onde as crianças que não obedeciam eram lá colocadas, ficando presas por não sei quanto tempo. Talvez eternamente, sei lá !
Meu primeiro trabalhinho foi ler e contar. Primeiro, eu nunca tinha lido e não sabia nem contar. Esta foi minha primeira tarefa : Escrever números de 01 até 100.
Legal, mas como era escrever de 01 até 100????
Então, o medo do quarto escuro me fez ficar calada e comecei a copiar as palavras : Escrever números de 01 até 100, Escrever números de 01 até 100,... e lá fui eu.
Minha professora passou e viu o que estava acontecendo.
Risos.
Aí ela soube que eu não sabia contar.
Minha mãe foi chamada à escola.
As duas conversaram.
Mamãe disse que eu só sabia rabiscar, fazer bolinhas, eu não sabia nada. Tinha sete anos de idade e não sabia nada, nada, nada. E como ela dizia, eu era burra.
Pelo menos Dona Maria da Glória soube que eu não estava no momento certo de aprendizagem e hoje sei que esta fase é chamada GARATUJA e todos nós passamos por ela. É o momento da aprendizagem inicial onde a coordenação motora está sendo firmada.
Minha mãe não havia terminado o Ginásio e acho que isto era um fracasso para ela, ou não, sei lá.
Meu pai não havia terminado o primário mas, nunca fui tachada de burra por ele.
Por várias vezes minha mãe me chamou de burra e isto me acompanhou a vida toda, ou melhor, até hoje, pois, sempre acho que não fiz o suficiente em aprender algo ou alguma coisa e muitas vezes desisto antes de começar por achar que não vou conseguir fazer.
Bem, ali iniciei a aprender as primeiras letras e os primeiros números, sempre incentivada por minha professora.
O aprender era um desafio.
A escola, como disse, era um prédio antigo, escuro, muitas janelas, portas. Era muito grande, a Escola ficava no andar de cima e as oficinas de manutenção da ede ferroviária federal ficavam na parte de baixo. Ali eram feitas as peças dos trens.
Haviam árvores nos jardins mas nunca estive por lá. Via as copas das árvores pelas janelas.
As escadas eram de madeira e corrimãos lindos de madeira. O chão era de madeira corrida. Tudo em madeira. Nós não podíamos fazer barulhos com os pés, o caminhar tinha que ser lento e leve.
Acho que daí vem meu gosto por móveis de madeira escura.
Não fiquei por muito tempo nesta escola. Era uma escola paga e nesta época meu pai não possuía posses para me sustentar nesta escola.
Sorte minha, bem em frente, estavam construindo uma nova Escola. As famosas Pioneiras Sociais. E logo que foi inaugurada fiz parte de sua primeira turma de alunos para alfabelização.
Como curiosidade, alguma coisa sobre o Bairro de Pilares
A história do bairro surgiu na época do da família real no Brasil, onde no seu largo havia pequenos pilares em volta de uma fonte de água.
Os pilares eram para amarrar os cavalos, a fim deles beberem água da referida fonte.
O Largo dos Pilares era uma das paradas do caminho real de Santa Cruz, onde hoje existe a Avenida Dom Hélder Câmara, antiga Avenida Suburbana.
No Largo de Pilares, como ainda é hoje denominado, havia o entroncamento de três vias muito importantes para o escoamento das mercadorias vindas de Minas Gerais, de São Paulo e do interior da cidade(como Jacarepaguá): eram a Estrada Real de Santa Cruz(atual Avenida Dom Hélder Câmara) , Estrada da Praia de Inhaúma(hoje Rua Alvaro de Miranda e Estrada Nova da Pavuna (Av. João Ribeiro), que ia até o porto da Pavuna.
Esta estrada era um novo caminho para Pavuna, mas ia pelo interior, enquanto a estrada velha da Pavuna seguia mais perto da linha dos portos.
Ainda hoje há marcos: na rua Otacílio Nunes há o Estabulo Santa Cecilia.
Na década de 50 o bairro já tinha um forte comércio.
Com as grandes indústrias e o grande comércio no lugar, surgiu a associação chamada CCIP Centro Comercial e Industria de Pilares, que hoje se tornou um clube, clube esse que teve em sua história jogadores como: Ronaldo Fenômeno, Michel [Pretchoko] e Thales Gol.
Até hoje o bairro ainda é um importante centro comercial do subúrbio carioca.
Pilares tambem tem uma estação de trem que vai de Belford Roxo a Central (centro) e diversas linhas de ônibus.
O Grêmio Recreativo Escola de Samba Caprichosos de Pilares é uma escola de samba da cidade do Rio de Janeiro.
Fundada a 19 de Março de 1949, por Oscar Lino (Seu Oscar), Dagoberto Bernardo (Beto Limoeiro) e Valter Machado e sediada na Rua Faleiros, no bairro de Pilares.
Por volta de 1974, o Sr. Amaury Jório, Presidente da AESCRJ, pediu ao Administrador Regional, que na época era o Dr. Oswaldo de Moura Brito Piragibe (Dr. Piragibe), que concedesse um espaço para a construção da quadra da Caprichosos de Pilares.
O Administrador se envolveu de tal forma com o projeto, que não só colaborou com a obra da quadra, mas também entrou para a história da Escola.
O local da construção era um espaço de urbanização do viaduto Cristovão Colombo (viaduto de Pilares).
Graças ao Dr. Piragibe o terreno foi cedido pela prefeitura.
O primeiro título da Caprichosos aconteceu onze anos após sua fundação em 1960, com o enredo Invasão Holandesa na Bahia.
Já em 1971, o tema Brasil na Primavera, levou a Escola ao segundo grupo.
A Caprichosos de Pilares voltou a ser campeã do grupo 2, com o enredo Moça bonita não paga....
Em 1985 com uma proposta inovadora, a escola de Pilares consolidou seu estilo de carnaval irreverente, com uma mistura de política e humor no enredo E por falar em saudade....
Há 22 anos desfilando no hoje chamado Grupo Especial, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Caprichosos de Pilares realizou desfiles bem humorados, o que a caracteriza como uma escola irreverentemente querida por todos.
A Caprichosos fez grandes carnavais.
Marcados por seus sambas empolgantes e irreverentes, que sempre estiveram na ponta da língua do povão.
Por isso, seus maiores títulos foram dados pelo grande público, como por exemplo, o Estandarte de Ouro em 1985.
A sátira, a crítica e o bom humor constituem uma fórmula que marcam os carnavais da Escola de Pilares.
Os enredos, criados por Luiz Fernando Reis, falaram da inflação, criticaram os políticos, pediram as diretas já.
Temas que agradavam e falavam pelo público.
Em 1993, com o enredo Não Existe Pecado do Lado de Cá do Túnel Rebouças, que fazia uma homenagem ao morador suburbano, a Caprichosos ficou em penúltimo lugar, só não sendo rebaixada (junto com a Unidos da Ponte) porque o presidente da Liesa, Paulo de Almeida, decidiu que não haveria rebaixamento.
Em meados da década de 90, mais precisamente em 1995, a Caprichosos de Pilares abandona o estilo irreverente e apresenta na avenida um carnaval mais caro e luxuoso.
O então carnavalesco Mauro Quintaes, discípulo de Joãosinho Trinta, desenvolveu o enredo com mais tecnologia do que a escola estava acostumada.
Naquele ano, a Caprichosos botou o seu samba na boca do povo também: Vou me acabar nessa magia, e a Caprichosos traz a energia.
Especula-se que essa mudança se deu devido à falta de bons resultados em termos de notas e classificações a que os desfiles irreverentes haviam conseguindo.
Em 1996, com um enredo que tentou patrocínio (sobre o chocolate), a escola acabou rebaixada para o Grupo de Acesso.
Por muito pouco não ficou, pois empatou com a Unidos da Tijuca que acabou levando a melhor no desempate.
Em 1997, a Caprichosos foi vice-campeã do acesso e subiu novamente para o grupo especial, onde permaneceu até o carnaval de 2006, ano em que novamente foi rebaixada.
Em 1998, Pilares homenageou a raça negra por sua contribuição à nação brasileira, com o enredo Negra Origem, Negro Pelé, Negra Bené.
A Caprichosos ainda chegou a desenvolver um enredo crítico em 2000, sobre a ditadura militar e em 2005, com a volta da bom humor, fez uma homenagem aos 20 anos da LIESA.Em 2007, a escola desfilou no Grupo de Acesso A e conquistou o vice-campeonato falando sobre o biodiesel.no dia 11 de outubro de 2007, a Caprichosos perdeu seu fundador, diretor de carnaval e vice-presidente administrativo , Athayde Pereira , que faleceu devido a um infarto fulminante. Em 2008, falando sobre o município de Itaboraí, mas pecando nas alegorias com geradores mal decorados e ferro à mostra, a Caprichosos termina na 6º colocação.Em 2009, com o enredo No transporte da alegria...Me leva Caprichosos a caminho da folia, a Caprichosos fica em 10º (último lugar) entre as escolas do Grupo de Acesso A com 235,3 pontos, mas se salva do iminente rebaixamento, porque a LESGA decidiu que ninguém caíria devido à crise mundial, que teria atrapalhado a preparação das agremiações.
Mas, especula-se que a "salvação" teria ocorrido porque o presidente da escola é um dos idealizadores da formação da liga.
O GRES Difícil é o Nome é uma escola de samba da cidade do Rio de Janeiro, que era um vitorioso bloco carnavalesco do bairro de Pilares, que ficou conhecido por abrigar a Caprichosos.
Inscrevendo-se na AESCRJ, no ano de 1989, para disputar uma vaga nos Grupos de Acesso.
Seu desfile foi considerado bom e obteve a terceira colocação.
O campeonato, entretanto, só veio em 1994, com o enredo Olubajé, a festa da libertação, do carnavalesco Paulo Menezes.
Em 1995, no Grupo A, apresentou o enredo sobre o sol, porém acabou sendo rebaixada.
Em 1997, um novo rebaixamento, a escola foi parar no Grupo C, na Intendente Magalhães.
Em 2006, ensaiou uma reação, voltando a desfilar na Marquês de Sapucaí, mas foi novamente rebaixada em 2007.
Atualmente, a escola desfila pelo Grupo Rio de Janeiro 2, antigo Grupo de acesso C.
O ator Stephan Nercessian, após ter se desentendido com a direção da Caprichosos de Pilares, passou a desfilar na Difícil é o nome, chegando a ser enredo da escola em 2003, e ter contribuído para que a escola homegeasse o Retiro dos Artistas em 2005.
Em 2009, com o enredo 100 anos de glórias do Teatro Municipal, a agremiação ficou em 8º lugar com 157,1 pontos, permanecendo no mesmo grupo para 2010.
Morro do Urubu é uma comunidade carente ou favela localizada entre os bairros de Pilares e Tomás Coelho, zona norte do Rio de Janeiro, com cerca de 5 mil habitantes, sendo um complexo de favelas.
Estas comunidades, que fazem parte do complexo, estão localizadas nos bairros de Pilares, Tomás Coelho, Piedade, Cavalcante e Abolição.
O Complexo do Urubu é constituído das comunidades do Urubu(Pilares e Tomás Coelho), Urubuzinho(Pilares e Abolição), Vila Caramuru(Tomás Coelho), Baleares(Cavalcante) Mineiros/Mineira(Piedade), Caixa D'água(Piedade) e Itabirito(Piedade), que ficam praticamente todas num mesmo morro e em ruas de acesso.
Por serem praticamente conurbadas, são consideradas uma comunidade só, chamada de Morro do Urubu.
Além do Morro do Engenho, se localizam próximo do Morro do Urubu ainda as comunidades do Morro do Juramento, Morro do Juramentinho(bairros de Tomás Coelho e Vicente de Carvalho), Morro da Primavera(bairro de Cavalcante), favela Pereira Pinto(bairro de Tomás Coelho), favela Amália(bairros de Cavalcante e Quintino Bocaiúva) e ainda o Complexo da Serrinha(Morro da Serrinha, Morro São José da Pedra, Groto, Dendê, Iguaçu e Sanatório, entre os bairros de Cavalcante, Cascadura e Madureira); todas essas comunidades próximas acabam consistindo em um enorme aglomerado de favelas, muitas vezes separadas por poucos metros de distância.
Uma das ruas mais conhecidas que dá acesso à comunidade do Urubu é a Aderbal de Carvalho que homenageia um ilustre poeta, crítico e escritor do passado.
Também dá acesso à favela as ruas Paquequer, Silva Xavier e Figueiredo Pimentel, na Abolição, ruas Itabirito, Luís Vargas, Solimões, Jutaí, Javari, Pequi, Antônio Vargas, Teixeira de Pinho, Ana Quintão, Cardoso Quintão, Tito de Matos, Artur Vargas e Manuel Corrêa, em Piedade, ruas Baleares, Itaiba, Graça Melo e Paulo Eiro, em Cavalcante, ruas Terra Nova, Monte Aprazível, Vicente Machado, Ferreira de Brito, Felipe Mena, Paulo Pires, Jorn Daisy Porto, Luís Gurgel, Mucuri, Lorena, e Carneiro Felipe, em Tomás Coelho, e ruas Jacareí, Coronel Bulamarqui, Alberto Silvares, Domingos Pires, Benjamin Magalhães, Maria Benjamin, João Loureiro e Cambuquira, em Pilares.
O Morro da Coroa, também chamado de Morro do Trajano, é uma comunidade carente (favela), de pequeno porte, localizada no bairro de Pilares, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, próxima à divisa com o bairro da Abolição, embora oficialmente faça parte apenas de Pilares.
A comunidade, com pouco mais de 500 habitantes e cerca de 150 domicílios, pode ser considerada tranqüila.
Dão acesso à favela as ruas Miguel Lima, Coimbra da Luz, Assis Vasconcelos, José Vieira da Presa e Darcílio Coelho, em Pilares, e as Travessas Cordeiro e Martha Rocha, na AboliçãoAvenida A avenida Dom Hélder Câmara é um dos principais eixos viários da Zona Norte do Rio de Janeiro, que liga o bairro de Benfica ao de Cascadura.
Corta, além destes, os bairros do Jacarezinho, Maria da Graça, Del Castilho, Cachambi, Engenho de Dentro, Pilares, Abolição, Piedade e Quintino Bocaiúva.
Originalmente fazia parte do Caminho Imperial (também chamado Caminho dos Jesuítas, Caminho das Minas, Estrada Real de Santa Cruz e Estrada Imperial de Santa Cruz, que ligava o Município da Corte a Sepetiba, passando pela entrada da Fazenda Imperial de Santa Cruz.
Passou a se chamar Dom Hélder Câmara por decreto do ex-prefeito Luis Paulo Conde, mas ainda é conhecida como Avenida Suburbana, seu antigo nome.
Foi numa casa localizada na avenida que em 15 de agosto de 1909 o escritor Euclides da Cunha foi morto por Dilermando de Assis, amante de sua esposa, Ana de Assis.
Tal fato, conhecido como a Tragédia da Piedade, foi tema da minissérie Desejo exibida pela Rede Globo em 1990.
Na época do crime a avenida se chamava Estrada Real de Santa Cruz.
CIRA
2009
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