Sou Professora de Tai Chi Chuan. Adoro cantar em grupo, aprender música e artesanato, além de dançar.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Estresse em casa
Para quem mora em grandes cidades, viver com o estresse é comum. Segundo estudo feito pelo Centro Psicológico de Controle do Stress, aproximadamente 40% dos habitantes de São Paulo se consideram estressados. Muitos pensam que o trânsito, a poluição e a rotina de trabalho são os maiores vilões dessa história. Mas o maior foco d estresse ode ser um lugar inesperado: a sua própria casa.
Um estudo da Secretaria de Estado da Saúde, em parceria com a Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, afirma que as pessoas ficam mais estressadas dentro de casa do que no trabalho ou no trânsito.
O estudo foi feito a partir de dados de 100 mil pessoas da cidade de São Paulo e Campinas, recolhidos durante um mutirão estadual do coração em 2009. Dentre os participantes, 23,% disse sofrer de estresse em casa e que ter algum fator estressante no último ano, como morte de familiar, perda de emprego, separação conjugal ou ruína financeira.
Por que isso acontece?
A Universidade de Washington criou, em 1970, a escala Holmes-Rahe, que identifica e classifica 43 fatores estressores, atribuindo a cada um uma nota de 1 a 100. Essa lista é atualizada constantemente para melhor entender os fatores de estresse mais atuais. De acordo com a escala, a morte de um cônjuge e o divórcio são os acontecimentos que mais estressam as pessoas atualmente, tendo, respectivamente, 100 e 73 pontos.
Segundo Denise, isso acontece porque, quanto mais forte for o vínculo com uma pessoa, maiores serão as conseqüências de um possível rompimento. "Como a maioria das pessoas tem um vínculo maior com os relacionamentos domésticos do que com as pessoas do trabalho, os atritos ou problemas que ocorrem dentro de casa tendem a ser mais estressantes", explica.
Por isso, marido, filhos e rotina de trabalho podem ser fatores determinantes para que as mulheres estejam cada vez mais estressadas e propensas a desenvolver problemas cardiovasculares. Segundo os autores do estudo, o resultado pode indicar o estresse como um novo quesito para doenças cardiovasculares na modernidade.
"O estresse pode levar ao desenvolvimento de complicações no sistema cardiovascular e renal, além de problemas psicológicos, como a depressão. Além disso, o estresse em casa prejudica todas as outras esferas da vida, como o ambiente profissional e o social", comenta Denise.
Invenções?????
10 coisas inventadas por acaso
Por Natasha Romanzoti em 1.09.2011 as 19:00
Nem sempre acidente significa algo ruim. Alguns acidentes criaram por acaso coisas que não imaginamos viver sem hoje. Seja descoberta quando alguém procurava uma finalidade diferente, seja porque alguém cometeu um erro, elas foram inventadas, e agora nós aproveitamos. Confira:

Em 1905, um garoto de 11 anos chamado Frank Epperson deixou suas “ferramentas” de fazer refrigerante para fora durante a noite. No dia seguinte, o pau que ele tinha usado para misturar a água a um pó com sabor tinha congelado, criando o primeiro picolé. Quase vinte anos depois, o adulto Epperson pediu a patente para fazer picolés.

Este tratamento para queda de cabelo foi descoberto quando os cientistas observaram que os pacientes que tomavam a droga para pressão sanguínea Loniten experimentavam a vantagem adicional de ficar com o cabelo mais grosso.

Ruth Wakefield, dona de uma pousada em Wakefield, Massachusetts, EUA, estava tentando assar uma sobremesa de chocolate para seus convidados, mas as fatias não derreteram completamente. Seus hóspedes amaram os biscoitos de chocolate. Quem poderia culpá-los?

Em 1945, um engenheiro descobriu que uma barra de chocolate derreteu no seu bolso enquanto ele estava trabalhando com um dispositivo de magnetrão usado em sistemas de radar militares. Percebendo que a radiação estava cozinhando seu doce, Percy Spencer desenvolveu o primeiro micro-ondas, que na época tinha mais de um metro e meio de altura.

Os fogos de artifício se originaram na China, cerca de 2.000 anos atrás. Reza a lenda que eles foram acidentalmente inventados por um cozinheiro que misturou enxofre, carvão e salitre, todos itens comumente encontrados na cozinha naqueles dias.

Um fabricante de sabão da empresa Procter & Gamble não tinha ideia da inovação que estava prestes a lançar. Um dia, quando foi almoçar, em 1879, ele se esqueceu de desligar o misturador de sabão, e mais do que a quantidade usual de ar foi enviada para o lote de sabão branco puro que a empresa vendia sob o nome “The White Soap”.
Temendo ficar em apuros, o fabricante manteve o erro em segredo, embalou e enviou o sabão cheio de ar para clientes em todo o país. Logo, os clientes estavam pedindo mais daquele “sabão que flutuava”. Quando os funcionários da empresa descobriram o que aconteceu, transformaram o erro em um dos produtos mais bem sucedidos da empresa, o sabonete “Ivory Soap”.

O Viagra foi inventado por cientistas da Pfizer que estavam trabalhando em uma droga para o coração. Os efeitos colaterais da droga enviavam o fluxo de sangue para outra área do corpo (você sabe qual), o que acabou por ser uma dádiva para muitas pessoas com disfunção erétil.

Quantas crianças não gostam de brincar com massinha de modelar? O primeiro produto do tipo, Play-Doh, foi originalmente concebido para ser um limpador de papel de parede!

Em 1853, o chef George Crum ficou irritado com um cliente que ficava devolvendo suas batatas fritas para a cozinha, reclamando que elas não estavam suficientemente crocantes. George cortou as batatas em fatias muito finas, as fritou, e adicionou sal. As batatas chips crocantes rapidamente se tornaram um hit local e foram chamadas de “Chips Saratoga”, em homenagem à cidade em que foram inventadas.

A Lenda de Kaldi sustenta que um pastor de cabras abissínio ou etíope notou que seu rebanho estava agindo especialmente agitado após mastigar algumas bagas vermelhas brilhantes. Depois de provar algumas e verificar a mudança de humor, ele levou os frutos a um líder local que os estudou, eventualmente os torrando e fervendo em água
Recebido por e-mail e repassando
SolCira
Significado dos emblemas dos automóveis
SIGNIFICADO DOS EMBLEMAS DOS AUTOMÓVEIS
Os emblemas dos fabricantes de automóveis são mais do que simples símbolos de identificação das marcas. A maioria deles traz embutidos diversos aspectos da história da marca, capazes de aguçar a curiosidade dos aficcionados por carros.
Os logotipos acompanham o surgimento das primeiras fábricas de automóveis, no final do século passado. Como escuderias, agremiações esportivas e outras associações, os primeiros fabricantes de automóveis não dispensavam um símbolo de identificação do modelo, seguindo uma tradição surgida na Idade Média, como os brasões nobiliárquicos. Veja o significado dos que mais ficaram marcados na história do automóvel:
Audi: As quatro argolas unidas representam as marcas alemãs que formaram a Auto Union, fundada em 1947. São elas: Horch, Audi, Wanderer e DKW. No dia 1º de janeiro de 1985, aAuto Union passou a se chamar Audi AG, com sede empresarial em Nekarsulm, na Alemanha.
Alfa Romeo: O símbolo é composto pela bandeira com a cruz vermelha (brasão da cidade de Milão) e pela serpente devorando um homem (símbolo da família real milanesa). O nome do fabricante italiano, fundado em 1910, é a combinação da sigla A.L.F.A (Anonima Lombarda Fabbrica Automobili) com o sobrenome do engenheiro Nicola Romeo, fundador da marca.
BMW: Representa uma hélice de avião, nas cores azul e preta. Foi criada depois que os irmãos Karl Rath e Gustav Otto conseguiram permissão do governo alemão para produzir motores de avião, em 1917. O primeiro carro a ter o símbolo da marca alemã foi o modelo Dixi 3/15, de 1928. BMW é a abreviatura de "Fábrica de Motores da Bavária" (Bayerische Motoren Werk).
Cadillac: Marca famosa da General Motors, o seu emblema é derivado do brasão da família de Sir Antoine de la Mothe Cadillac , o fundador da empresa. Desperta muita admiração no mundo todo, com sua grinalda de plumas - um verdadeiro clássico!
Chevrolet: Diz a lenda que o logotipo em forma de gravata borboleta foi baseado na ilustração do papel de parede de um hotel em Paris onde um dos fundadores da marca, William Durant, teria se hospedado, em 1908. Durant guardou a amostra na carteira para usá-la como símbolo da marca de automóvel que fundou em parceria com o piloto Louis Chevrolet.
Chrysler: A antiga estrela de cinco pontas, formada a partir de um pentágono com cinco triângulos, representa a precisão da engenharia. O logo atual é um escudo com asas, que já havia sido foi adotado entre as décadas de 30 e 50.
Citroën: Os dois "V" invertidos, conhecidos na França como " Deux Chevron", simbolizam a engrenagem bi-helicoidal criada pelo engenheiro Andre Citroën, fundador da marca francesa.
DKW-Vemag: A fábrica foi inaugurada em 1955, pelo presidente JK. A antiga Vemag - Veículos e Máquinas Agrícolas dedicava-se, desde 1945, à importação de veículos Studebaker dos Estados Unidos, bem como à fabricação de tratores. Da união com a DKW alemã surgiu, em 1957, o primeiro veículo de passeio brasileiro, a camioneta Vemaguet, dotada de um barulhento mas amado motor 3 cilindros de 2 tempos.
Dodge: O búfalo simboliza a cidade de Dodge, localizada no estado de Kansas (EUA), no oeste norte-americano. A marca pertence à Chrysler.
Ferrari: O cavalo preto empinado sobre o fundo amarelo era usado no avião de Francesco Barraca, piloto de caça italiano morto na Primeira Guerra Mundial. A pedido da mãe de Barraca, o comendador Enzo Ferrari passou a adotar o emblema em seus carros a partir de 1923.
Fiat: A sigla em letras brancas sobre fundo azul significa Fábrica Italiana de Automóveis de Turim. Por algum tempo as 4 letras foram substituídas por 4 barras inclinadas (brancas ou cromadas) mas, atualmente, o símbolo remonta aos primeiros veículos fabricados pela Fiat.
Ford: O símbolo oval com a assinatura de Henry Ford permanece quase inalterado desde a fundação da empresa, em 1903. Hoje ele inspira o desenho das grades dos carros da marca.
Jeep: Marca norte-americana cuja origem vem da pronúncia, em inglês, da sigla G.P. (General Purpose), utilizada para identificar os modelos destinados a vários tipo de uso.
Lamborghini: O touro que aparece no símbolo dos esportivos italianos é uma homenagem do fundador da marca, Ferruccio Lamborghini, às lutas de touro, pelas quais era fanático.. Tanto que os carros da marca (Diablo e Murciélago) têm nomes de touros famosos.
Maserati: O logotipo da marca italiana representa o tridente de Netuno, símbolo da cidade de Bolonha. A fábrica foi fundada em 1919 pelos irmãos Carlo, Bindo, Alfieri, Ettore e Ernesto Maserati.
Mercedes-Benz: A estrela de três pontas representa a fabricação de motores para uso na terra, água e ar. Surgiu depois que Gottlieb Daimler enviou cartão postal para sua mulher, dizendo que a estrela impressa no cartão iria brilhar sobre sua obra.
Mitsubishi: Um diamante de três pontas que remete à resistência e preciosidade . O símbolo veio do nome da marca: "Mitsu" significa três em japonês; "Bishi", diamante.
Nissan: A moldura azul (cor do céu e do sucesso na cultura japonesa) e um círculo vermelho ao fundo (que representam a luz do sol e a sinceridade) remetem ao provérbio "sinceridade leva ao sucesso". Nissan significa "indústria japonesa".
Peugeot: O leão estilizado, que representa a "qualidade superior da marca" e homenageia a cidade de Lion (França), é usado desde 1919. Desde então, o logotipo sofreu sete modificações.
Porsche: São dois brasões sobrepostos - o da região de Baden-Württemberg e o da cidade de Stutgartt (o cavalo empinado), sede da marca alemã. A marca adotou o símbolo a partir de 1949.
Puma: Iniciou sua produção em 1964 usando a mecânica do DKW e, em 1967, mudou para a mecânica do Fusca. Os primeiros "Pumas", na verdade DKW-Malzoni, foram feitos para correr e, de fato, sempre brilharam em Interlagos. Foram exportados para diversos países, principalmente para os EUA, entre 1970 e 1980.
Quadrifoglio: O trevo de quatro folhas dos esportivos da Alfa Romeo é o amuleto usado pelo piloto Ugo Sivocci, considerado herói da marca depois de ter morrido em um acidente, em 1923, no circuito de Monza (Itália). A partir daquele ano, todos os carros de corrida passaram a ter esse logotipo na carroceria.
Renault: O losango parecido com um diamante foi adotado em 1925, para sugerir sofisticação e prestígio. Desde então, teve quatro mudanças de visual. O primeiro símbolo, de 1898, eram dois "R", em homenagem aos irmãos Louis e Marcel Renault, fundadores da marca francesa.
Rolls Royce: Os dois "R" do logotipo eram estampados em vermelho. Com a morte de seus dois fundadores, Charles Rolls (1910) e Frederick Royce (1933), as letras passaram a ser grafadas em preto, em sinal de luto.
Saab: Uma das marcas sob controle da GM, a sueca Saab começou a fabricar aviões em 1938. O nome vem de Svenska Aeroplan Akteebolaget. A produção de automóveis começou em 1959. O logotipo circular tem um animal mitológico com cabeça de águia e garras de leão, símbolo da vigilância. O azul de fundo é a cor da marinha.
Simca: No Brasil, marca de prestígio que gozava da fama de ser frágil. Mas não havia como negar que o Chambord (depois Tufão) era um carro lindíssimo! A marca nasceu na França como uma importadora de carros Fiat, e seu nome era formado pelas iniciais de: Sociedade Industrial de Mecânica e Carrocerias Automóveis
Subaru: Na língua japonesa, Subaru tem o significado de "plêiade" (conjunto de estrelas). Isso explica a constelação adotada como logotipo da marca..
Volkswagen: Um dos mais familiares símbolos entre as marcas de veículos, este círculo envolve um "V" e um "W", iniciais de volks (em alemão: povo) e wagen (vagão, veículo), ou seja: carro do povo, ou popular, já naquela época! Foi encomendado pelo próprio governo alemão ao engenheiro Ferdinand Porsche (o próprio). Por isso ambos os veículos usavam motores refrigerados a ar até pouco tempo atrás.
Volvo: O polêmico logotipo da marca sueca (que hoje é controlada pela Ford) é o símbolo da masculinidade e por esse motivo já foi muito contestado por movimentos feministas na Europa. Esse símbolo era usado pelos alquimistas para representar o metal, uma alusão que a Volvo fez à durabilidade dos seus veículos.recebido por e-mail e repassando
SolCira
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Origem do cofrinho em forma de porco
Este porquinho é feito de barro, artesanal e tradicional
Em alguns lugares, os objetos feitos com esse material acabavam por ser também chamados de pygg, semelhante a pig, palavra quem em inglês significa porco.
Nessa época era hábito guardar-se moedas em vasilhas comuns, nomeadas de piggy pots.
O engenheiro francês Sebastian la Pestre, que determinou, devido a reprodução acelerada do animal e grande quantidade de procriação que o porco era um símbolo da multiplicação.
De acordo com Petre, em dez anos uma leitoa chega a produzir seis milhões de filhotes. O intuito de ter um cofre é poupar dinheiro, portanto, nada melhor do que guardá-lo num objeto com todo este significado.
Mais versão da criação do cofre é devido à tradição chinesa. Segundo o calendário chinês, o porco é conhecido por ser um símbolo de fartura então, seguindo esta crença, criaram um cofrinho de argila no formato de um porco para trazer riqueza e prosperidade ao lar dos chineses.
Veja mais em : http://www.pmcofres.com.br/cofre-digital/a-origem-do-cofre-de-porquinho-2/


