Preste atenção na maneira como você encara a vida e observe como suas atitudes e seu humor mudam quando você modifica sua maneira de pensar.
Esse é o principal fundamento da Terapia Cognitiva.
A Terapia Cognitiva Comportamental é uma linha de psicoterapia proposta e desenvolvida pelo psicólogo Aaron Beck. Envolve um conjunto de técnicas e estratégias terapêuticas com a finalidade de mudança de padrões de pensamento. Seu modelo cientificamente fundamentado apresenta eficácia comprovada através de estudos empíricos. O tempo curto e limitado lhe confere a posição de abordagem de escolha em vários países. O processo pode levar de três a seis meses onde trabalha-se a criação de estratégias para lidar com o sofrimento. A primeira coisa que o terapeuta faz é encorajar seus pacientes a entenderem seus problemas para em seguida identificar novas formas de enfrentá-los.
A Terapia Cognitivo-Comportamental reinterpreta os elementos que
geram emoção negativa. Tem como princípio básico à proposição de que não
é uma situação que determina as emoções e comportamentos de um
indivíduo, mas sim suas cognições ou interpretações a respeito dessa
situação, as quais refletem formas idiossincráticas de processar
informação. Com base nesse princípio e na hipótese de primazia das
cognições proposta por Beck a Terapia Cognitiva busca a reestruturação
cognitiva a partir de uma conceituação cognitiva do paciente e de seus
problemas.
Reestruturação cognitiva refere-se à reformulação do sistema de
esquemas e crenças do paciente através da intervenção clínica que, entre
outras técnicas, utiliza-se do questionamento socrático a fim de
desafiar esquemas e crenças disfuncionais, os quais, ao longo do
desenvolvimento do paciente, tornaram-se rígidos e supergeneralizados.
A terapia cognitiva, também conhecida como terapia cognitiva comportamental* (Cognitive-Behavior Therapy, CBT)
é um tipo específico de psicoterapia que enfatiza a importância dos
processos cognitivos na compreensão e no tratamento de diversos
transtornos mentais. A terapia cognitiva é estruturada para ter uma
duração curta e se baseia na teoria cognitiva, uma teoria composta por
10 axiomas formais que embasam teoricamente diversos modelos e
aplicações na prática clínica [2]. Alguns autores defendem que esta
abordagem oferece um arcabouço conceitual sobre o qual diversas
abordagens psicoterapêuticas poderiam ser integradas [2].

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